domingo, 15 de fevereiro de 2015

Fall In Love - Capítulo 4



Eu pego ela por cima, ela senta como se fosse quente
E quando estou por baixo ela cavalga hilariamente
No meio da cama
— Lollipop, Lil Wayne.

Acordei com batidas fortes na porta. Praguejo aquela pessoa que nem faço questão de saber. Coloquei o travesseiro em cima da cabeça para não ouvir o barulho. O que não adiantou muito pois a pessoa não para de apertar a campainha.
 
- JÁ VAI! - gritei. Abri a porta. Madelyn entra sorridente.
 
- Vamos terminar o filme? - disse ainda sorrindo.
 
- Jura Madelyn? - me sento no sofá esfregando os olhos pra ver se o sono ia embora.
 
- Por favor. - fez cara de cachorro que caiu da mudança.
 
- Okay mas depois vamos assistir o filme que eu quiser.
 
[...]
 
O filme tinha acabado de começar mas eu tinha que parar pois estava morrendo de fome.
 
- Eu to com fome. - disse pulando do sofá e pausando o filme.
 
- Também. - olhamos uma pra outra e sorrimos. - BATATA FRITA. - gritamos juntas.
 
Fomos na cozinha preparar a batata e então decidi perguntar algo a ela.
 
- Então... Como vocês se conheceram?
 
- Numa boate. - disse com desdém.
 
- Numa boate?
 
- Não fale assim, você já foi em várias, e com certeza ainda vai.
 
- Eu sei. Mas sei lá é estranho conhecer um cara numa boate e depois ficar noiva dele. - deu de ombros.

- Mas eu amo ele. - disse. - Amo mesmo. - sorri. - Ele é como se fosse meu oxigênio. Ele me faz sorrir, rir, mesmo com aquele jeito bruto dele. - riu. - Ele me ajudou muito.
 
- Foi ele que te pediu em casamento?
 
- Foi.
 
- Eu espero que ele te faça feliz.
 
- Ele já me faz. - sorri. Ficamos conversando por um tempo, ela me falou algumas coisas de como queria que fosse seu casamento. Me senti culpada por ter beijado o Justin, Madelyn não merece ser machucada dessa forma, ela confia em mim e eu quero fazer que seu casamento dê certo. Comemos a batata frita e depois de um tempo ela foi embora, a tia tinha ligado pra ela.
 
Fui até o banheiro e tomei um rápido banho e coloquei uma roupa qualquer (1), ia ficar em casa mesmo, e provavelmente não receberia visitas.
 
Me enganei.
 
A campainha toca. Será que ela esqueceu algo? Ando até a porta e abro dando de cara com o Justin, ele sorri e já entra no ap sem ser convidado.
 
- Tá fazendo o que aqui? - pergunto.
 
- Vi que a Madelyn foi embora, então passei aqui, pra... sei lá... - disse com o olhar malicioso.
 
- Não entendi.
 
- Claro que entendeu. - se levantou do sofá e me puxou pela cintura.
 
- Justin, - disse. - não!
 
- Por que não? - se estressou.
 
- A Madelyn não merece isso.
 
- Okay, então vou procurar uma puta. - segurei o seu braço antes que ele abrisse a porta.
 
- Justin...
 
- QUE É? - gritou. - Se você não quer outras querem.
 
- VOCÊ É UM IDIOTA! - ele ia abrindo a porta mas o parei de novo, ele vira pra mim com desdém. - Pode ficar. - sorriu. - Mas não vamos transar. - bufou e saiu. Corri até ele e entrei no elevador junto com ele. - Justin entenda, eu não vou transar com você, você é o noivo da minha prima! Porra entende!
 
- O. Casamento. É. De. Faixada.
- Por quê?
- Não te interessa.
- Não foi isso o que pareceu. Ela te ama mesmo.
 
- Eu não posso fazer nada!
 
- Eu espero um dia saber o porquê desse casamento. - murmurei. Ele me empurrou contra o espelho do elevador e me beijou. Coloquei minha mão na sua nuca e arranhei de leve. Ele deu impulso e entrelacei as minhas pernas em volta da sua cintura.
 
De repente ouvimos o barulho do elevador avisando que tínhamos chegado no térreo.
 
Todos que estavam na recepção ficaram olhando para nós. Justin me coloca no chão e aperta o botão do meu andar. Quando as portas se fecham ele me empurra de novo no espelho e me beija imobilizando minhas mãos do lado da minha cabeça. Sua mão passa pelo meu corpo sem escrúpulo e para na minha coxa apertando-a. Quando as portas se abriram ele caminhou até o apartamento, abriu a porta, não entrou nem no meu quarto me jogou no sofá e deitou por cima, controlando o peso com os braços. Justin atacou meus lábios sem aviso prévio, e começou a passar a mão pelo meu corpo sem nenhum pudor, escrúpulos, apertando alguns lugares. Tirou meu moletom com pressa. E logo depois a sua, passei as mãos pelo seu abdômen sarado chegando ao cós da calça, e antes de eu conseguir desabotoar ele me parou estendendo minhas mãos pro lado da minha cabeça, uma mão prendeu-as e com a outra mão livre foi até o fecho do meu sutiã. E foi aí que cai na real, ele era comprometido, e o pior era com minha prima. Escapei de seus braços e fiquei em pé ofegando.
 
- Justin melhor não fazermos isso.
 
- Puta que pariu. - ele veio na minha direção fazendo com que eu desse passos para trás a cada passo que ele dava, até eu bater contra algo gélido que eu deduzi que fosse a porta do meu quarto. Ele me prensou nela e se aproximou do meu rosto parando a milímetros de distância. - Eu já to perdendo o resto de paciência que eu tenho. Então você comece a colaborar comigo porque, acredite, você não vai querer me ver nervoso. - com dificuldade eu achei a tranqueta da porta e abri. Corri pra cima da cama e ele correu atrás.
 
- Justin eu já disse que não.
 
- Quer brincar de gato e rato? - perguntou. - Eu to de saco cheio. - fez uma pausa. - Okay você venceu. - se afastou. Fui próxima a borda da cama.
 
- Obrig... - tive nem tempo de continuar. Justin me puxou pelo tornozelo e ficou por cima de mim. Me beijou, prendeu minhas mãos ao lado da minha cabeça.
 
Eu não tinha mais pra onde correr. Ele não me deixaria sair, e nem eu queria sair dali. Decidi me entregar pra ele. Mesmo sendo errado.
 
Suas mãos foram até o fecho do meu sutiã e tirou-o jogando para qualquer lugar do quarto. Sem mais delongas ele abocanhou um dos meu seios e com uma mão massageava o outro. Depois de fazer isso com ambos, ele lambeu o vale entre os meus seios e desceu dando beijos na minha barriga, ventre, chegando na virilha ele lambeu ali. Prensou seus dois dedos contra meu clitóris me fazendo arfar.
 
Arrancou minha calcinha, e jogou o trapo pra qualquer canto. Saiu da cama e tirou a calça e a cueca revelando seu membro ereto. Pegou a camisinha que tinha no bolso da calça, ri e arqueei uma sobrancelha.
 
- Que é? Um homem sempre anda preparado.
 
Ele rasgou o pacotinho e deslizou pelo seu comprimento. Voltou a deitar por cima de mim, e sem avisar me penetrou. Justin me beijou para abafar o grito. Comecei á gemer, fazendo Justin dar gemidos roucos no meu ouvido.
 
Meus cabelos já começavam a grudar nas minhas costas. Empurrei o Justin e fiquei por cima. Comecei a rebolar vendo o Justin jogar a cabeça pra trás com a boca entreaberta.
 
De repente o celular dele começa a tocar, bufo e caio pro lado. Ele se levanta e pega o celular se sentando ao meu lado. E é aí que eu tenho uma grande ideia. Sento no colo dele, ele me olha já sabendo o que irei fazer. Justin balança a cabeça negativamente tentando me convencer a não fazer isso. Me inclino um pouco e pego no seu membro pela base e sento sobre ele devagar fazendo ele arfar.
 
- Acho melhor responder seu amigo. - disse rebolando devagar.
- Ah, oi Chaz pode continuar. - aumento a velocidade dos movimentos fazendo ele morder os lábios para não gemer. - Aham... Hmm. - gemeu baixo. - Hmm... Uhum. - aumentei ainda mais os movimentos e joguei a cabeça pra trás gemendo alto. - C-Chaz, tenho que desligar depois te ligo. - desligou sem dar chance de resposta.
- Vadia. - sorri. Me jogou pro lado, subiu em cima de mim e me penetrou bruscamente.
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RELOU PEPOLS. RAU AR IU? Tá parei com as graça. Sim putaria no 4° capítulo. Se você não curte putaria não sei como você vive. E EU TENHO UMA ASSINATURA AGORA E É DA BEHATI GOSTOSA. Só não canto beijin no ombro porque já cansei dessa música. Tá vou embora. BAI PEPOLS.

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espero que tenham gostado bjbj