sábado, 28 de junho de 2014

Cap. 1 - The Mission Of My Life



                      Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - The Mission Of My Life - Capítulo 2 - The mission



Londres, Inglaterra – 18h48 p.m

(Sn) observava a paisagem, apreciando o silêncio. Fechou os olhos, aproveitando aquela sensação. Paz. Ela não tinha aquilo há tanto tempo...
Sua vida sempre fora meio conturbada, meio fora do normal. E sossego não fazia parte da vida que a moça levava. Nunca fizera. Tirou um maço de cigarros de seu bolso e colocou um entre seus lábios vermelhos carnudos, pegou seu isqueiro o acendendo e logo, o tragando. Agora sim, pensou ela. Estava no paraíso.
Pena que tudo que é bom, dura pouco. Seu celular começou a tocar, fazendo a mulher grunhir de frustração. O puxou de seu bolso, já irritada. Atendeu, contra sua vontade. E deixando isso bem claro, para quem quer que fosse.
- Quem é? –Foi logo falando. –
- Parker, onde se meteu porra? –Gritou Chanel. – Richard está te procurando há horas!
Revirou os olhos. Richard que se foda, pensou. Mas logo se repreendeu. Ela não pensava assim. Ela não falava palavrões. Ele pensava. Ele falava.
Colocou uma de suas mãos em sua têmpora logo a massageando. Precisava de férias. Urgentemente. Sentia que a qualquer momento iria explodir.
- Estou indo para a base, não se preocupe.
- Você não está aqui? Puta que par...
- Sem escândalo, Chanel. Chego aí em cinco minutos.
Desligou o telefone sem cerimônia. Adeus, momento raro de paz. Deu uma última tragada em seu cigarro e logo o jogou no chão, pisando em cima, em seguida. Olhou para a paisagem bela e calma pela última vez e então se virou, indo em direção a sua moto, que estava a centímetros de distância. Colocou o capacete e subiu em sua Harley preta, seu xodó e seu único amor. Desceu rapidamente pela estradinha que tinha ali, deixando a montanha que tanto amava.
Lá de cima tinha uma vista e tanto.
Acelerou o máximo que pode, apenas rezando para que não batesse em nada. Ou não morresse.
A central não era tão longe, graças ao bom Deus. E (Sn) não era uma pessoa que dirigia devagar, então chegou lá como o prometido. Ou seja, em cinco minutos.
A central de Agentes secretos britânica, mas conhecida como ESC (England's safety Committee.) era escondida no meio do nada, literalmente. Era um prédio gigante, preto envidraçado. Fora o grande espaço que ele tinha, o campus, onde muitos treinavam. Aquilo ali era a base. A central e o lar de muitas pessoas. Chamava a atenção sim, mas era bem escondido. Ninguém em sã consciência iria para o meio daquela floresta. E se fosse, ao ver a fortaleza, e os muros gigantes cercando o prédio, iria dar no pé rapidinho.
Parou em frente ao grande portão de ferro. Revirou os olhos, pegando seu crachá e mostrando em frente da câmera de segurança. Uma delas, quer dizer.
- Agente Parker. –Falou, para a máquina. –
- Voz reconhecida. –A máquina respondeu. –
Depois de alguns segundos, o portão pesado de ferro se abriu. Sorriu e acelerou sua moto novamente. Passou por vários seguranças, que estavam impassíveis, segurando suas armas, esperando uma ameaça para atacar. Estacionou a moto junto com as outras. Guardou o capacete e pegou seu crachá. Dirigiu-se para o prédio. Várias pessoas saíam e entravam no prédio. Algumas no telefone, outras com roupa de combate, indo para o campo de luta. Outros armados...
Enfim, pessoas de todos os tipos, com ocupações de todos os tipos.
Ela parou de novo em frente à porta gigante de vidro, que era à entrada do prédio preto. Ela entendia que aquilo tudo era segurança, mas porra...
- Agente Parker. –Sorriu, sem ânimo. -
- Agente reconhecida.
A porta se abriu. Ela rolou os olhos e entrou no local.
Não era nenhuma novidade que a Central era uma maravilha. Passou pelo saguão, que era gigante e bem decorado. No meio de milhares de pessoas, algumas a cumprimentava. Querendo ou não, era uma agente reconhecida. Respeitada.
Apertou o botão do elevador panorâmico, impaciente. Queria acabar com aquilo e voltar para sua casa. O elevador envidraçado chegou, ela entrou rapidamente. Ela e mais dez.
Iria para o vigésimo sétimo andar, por isso demorou mais do que o esperado. Assim que a porta se abriu, saiu apressada. Odiava elevadores. Não por ser pequeno, ela não era claustrofóbica, nem nada do tipo, mas sim porque tinha muita gente respirando o mesmo ar. Ela gostava de espaço.
Caminhou em passos duros e firmes até sua sala. Assim que abriu a porta viu sua secretária e sua melhor amiga, Chanel dentro dela. Ela estava com uma expressão irritada no rosto e com os braços cruzados. Furiosa era a palavra que a descrevia perfeitamente.
- Finalmente. –Comentou, sarcástica. –
- Uau. Nada de “Teve uma viagem boa?” ou “Morri de saudades?”.
- Ah, fala sério! Não é você que tem que ouvir o Richard reclamar no seu ouvido, né!
- Tanto faz. Estou aqui, enfim, e agora?
- Ele te espera na sala de reunião. Se eu fosse você, correria.
Rolou os olhos, pela décima vez naquela hora. Deu meia volta, mas antes que saísse por completo, Chanel a chamou. Virou e então a amiga já estava a ao seu alcance a abraçando.
- Senti sua falta, pirralha. Depois quero saber todos os detalhes sórdidos da sua viagem.
A menina riu, logo mostrando o dedo do meio.
- Você não presta
Saiu da sala, apressada. Já estava atrasada, então não queria se ferrar mais do que o previsto. Mas conseguiu ouvir ao longe sua amiga gritar “Você também não.”.
Gargalhou e caminhou até a sala de reuniões, ou melhor, correu.

Richard estava na posta da mesa grande de vidro, com o cenho franzido. Estava longe... Mas assim que a Agente Parker entrou, ele voltou à realidade. Olhou zangado para a mulher.
- Você sabia que horários existem para serem respeitados?
- Foi mal.
Nada de desculpas. Tinha pisado na bola, reconhecia aquilo. E já era o suficiente. Agente Stone apenas deu um suspiro longo, ao ver (Sn) sentar em uma das cadeiras vagas. Os outros presentes da sala estavam em silêncio.
- Bem, eu cheguei, pode começar.
- Ainda não. Estamos esperando alguém. –Agente Stone respondeu, ou melhor, Richard. –
- E estavam me apressando por que, então? Eu acabei de chegar de uma missão exaustiva e nem tive um dia de folga. 
- Bem a vida à dura realidade, Agente. –Sorriu. –
- Absurdo. –Resmungou para si mesma. –

Havia mais duas pessoas presentes na sala. Uma garota jovem, com os cabelos longos castanhos ondulados e os olhos verdes escuros. Ela tinha a pele perfeita, sem nenhum defeito. Os lábios eram finos e ela parecia uma boneca de porcelana. (Sn) nunca tinha visto a garota na base, deveria ser uma nova agente.
Do lado esquerdo de Stone estava o agente Butler. Esse ela conhecia.
Ryan, era o seu primeiro nome. Ele era sério e na dele. Não falava se não fosse realmente necessário. Tinha cabelos loiros curtos, olhos encantadoramente azuis, lábios grossos e traços fortes. Era bonito. Muito, muito, muito musculoso. Porém não era seu tipo.
- Quem nós estamos esperando, posso saber? –Perguntou, irritada, mesmo no fundo já sabendo a resposta. -
- A mim, é claro. –Uma voz rouca, irônica, bonita e irritante se espalhou pelo local. –
Oh, não.
O dia não tinha como ficar pior, aquilo era um fato.
- Agente Bieber. –Cumprimentou, entre dentes. –
- Agente Parker, quanto tempo. –Sorriu. – Como foi sua missão sem mim?
- Acredite se quiser, mas maravilhosa.
- Sei que sentiu minha falta. –O homem ainda sorria. – Bem, desculpem o atraso. Estava acabando de digitar uns arquivos.
Ele ainda sorrindo, sentou em frente à (Sn), logo lançando um sorriso malicioso, a mesma. Ela revirou os olhos.
- Já que estão todos aqui, acho que podemos começar.
- Aleluia. –Murmurou Parker. –
Todos olharam feio para ela, menos Justin, que sorria divertido com a situação.
- Antes de tudo, sei que os três se conhecem, por isso, gostaria de lhes apresentar a Agente Chadwick. Ela é nova, foi transferida da Rússia para cá.
A menina sorriu para eles docemente. Prendeu seu cabelo longo em um coque frouxo e se apresentou devidamente.
- Sou Kelsey, conhecida como Agente Chadwick. Sou americana, mas fui criada na Rússia desde bebê. Porém, como o Agente Stone já disse, fui transferida para essa base. E tenho dezenove anos. –Sorriu. – É uma honra conhecê-los. Ainda mais a famosa dupla de Agentes, Bieber e Parker.
Agente Bieber sorriu, orgulhoso. Já sua parceira, rolou os olhos. Como de costume, claro. Ryan Butler sorriu para a garota, que retribuiu feliz. Richard os olhou sem mudar a expressão e continuou seu discurso.
- Eu reuni vocês, pois tenho uma missão e vocês são perfeitos para ela.
- Que tipo de missão? –Perguntou o Agente Butler, interessado. –
- Aposto que todos vocês já ouviram falar nas indústrias de petróleo Kingston.
Todos assentiram.
- Bem - Ele começou. – O nome do dono é Steven Kingston. Ele é um dos maiores empresários e investidores do mundo. Conhecido em todo lugar. É muito popular... E sabemos que quem tem fãs, têm também inimigos.
Ryan assentiu, totalmente concentrado no que seu chefe falava. Justin apenas assentia, querendo partir para o ponto chave da historia. (Sn) também estava interessada, mas queria ir dormir. Já a novata, Kelsey, estava totalmente feliz, anotando tudo.
- Não sabemos ao certo quem ou por que fizeram o que fizeram... Mas o fato é que Ashley, sua filha, está desaparecida.
- E? –Perguntou Justin. –
- Como assim? –Perguntou Agente Stone, ultrajado com a insolência do homem. –
- Olha, não me entenda mal. –Começou. – É um caso grave, mas não grave a ponto de chamarem nós, agentes secretos!
- Odeio admitir, mas concordo com ele. –Diz (Sn), pensativa. – Está história está muito estranha.
- Por isso estamos chamando vocês. Parece que várias garotas da universidade onde ela estudava foram encontradas mortas e desaparecidas. Suspeitamos que esses dois casos estejam interligado.
- Onde entramos? –Perguntou Ryan. –
- É aí que vocês entram, agente Butler. Preciso que vocês descubram quem é o assassino e sequestrador. Vocês irão se tornar universitários, se misturando entre eles e investigando os principais suspeitos. Precisam ter muito sigilo, como eu disse, Steven tem muitos inimigos e se descobrirem quem vocês são pode tornar tudo pior ainda.
Os quatro se entreolharam. Parecia fácil. Na verdade, parecia fácil demais. Agente Butler foi o primeiro a topar. Agente Kelsey, em seguida. Justin e (Sn) trocaram um olhar significativo, como se estivesse conversando por olhares. Durou um minuto até que os dois balançassem a cabeça.
Agente Bieber olhou para Richard, que estava sério. Sorriu sarcástico e afirmou:
- Nós topamos.
Não seria difícil. Todos pensavam assim. Parecia bem fácil, na verdade. Só que mais para frente viram que só parecia mesmo. 

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 AE BRASIL! QUE JOGO FOI ESSE, MINHA GENTE? Chorei de emoção quando o Brasil ganhou. Muito emocionante, sério <3 
Mas então, aqui está o prólogo e o primeiro cap! Espero que gostem, de verdade. 
Até em breve, galerinha. Bjs

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Versão interativa em breve! 


6 comentários:

  1. Ainda eu amei essa Fic eu disse que seria perfeita ela....meu Deus aonde aperto pra vc continuar pq está maravilhoso continue logooo

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    1. NATTY, MEU AMOR <3 Fico muito feliz que tenha gostado, sério! E onde eu aperto para abraçar você? hahaha
      Xoxo

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  2. Wooou Ammei Tava esperando por esse cap! Tipo Ammei rs ' coontinua <3

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    1. Obrigada Helen linda! hahaha Fico muito feliz que tenha amado <3 Vou continuar sim baby
      Bjs

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  3. Tava Bom.... Perfeitaaaa Ótimas Amei continua Logo Amores <3 ahh e continua com Dear Angel tb Beijos

    Ass: Mandy

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    1. Obrigada Mandy linda! Vou continuar as duas fics sim! hahaha Fico muito feliz que tenha gostado.
      Bjsss

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obrigadaaa por comenta
espero que tenham gostado bjbj