sábado, 28 de junho de 2014

Cap. 1 - The Mission Of My Life



                      Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - The Mission Of My Life - Capítulo 2 - The mission



Londres, Inglaterra – 18h48 p.m

(Sn) observava a paisagem, apreciando o silêncio. Fechou os olhos, aproveitando aquela sensação. Paz. Ela não tinha aquilo há tanto tempo...
Sua vida sempre fora meio conturbada, meio fora do normal. E sossego não fazia parte da vida que a moça levava. Nunca fizera. Tirou um maço de cigarros de seu bolso e colocou um entre seus lábios vermelhos carnudos, pegou seu isqueiro o acendendo e logo, o tragando. Agora sim, pensou ela. Estava no paraíso.
Pena que tudo que é bom, dura pouco. Seu celular começou a tocar, fazendo a mulher grunhir de frustração. O puxou de seu bolso, já irritada. Atendeu, contra sua vontade. E deixando isso bem claro, para quem quer que fosse.
- Quem é? –Foi logo falando. –
- Parker, onde se meteu porra? –Gritou Chanel. – Richard está te procurando há horas!
Revirou os olhos. Richard que se foda, pensou. Mas logo se repreendeu. Ela não pensava assim. Ela não falava palavrões. Ele pensava. Ele falava.
Colocou uma de suas mãos em sua têmpora logo a massageando. Precisava de férias. Urgentemente. Sentia que a qualquer momento iria explodir.
- Estou indo para a base, não se preocupe.
- Você não está aqui? Puta que par...
- Sem escândalo, Chanel. Chego aí em cinco minutos.
Desligou o telefone sem cerimônia. Adeus, momento raro de paz. Deu uma última tragada em seu cigarro e logo o jogou no chão, pisando em cima, em seguida. Olhou para a paisagem bela e calma pela última vez e então se virou, indo em direção a sua moto, que estava a centímetros de distância. Colocou o capacete e subiu em sua Harley preta, seu xodó e seu único amor. Desceu rapidamente pela estradinha que tinha ali, deixando a montanha que tanto amava.
Lá de cima tinha uma vista e tanto.
Acelerou o máximo que pode, apenas rezando para que não batesse em nada. Ou não morresse.
A central não era tão longe, graças ao bom Deus. E (Sn) não era uma pessoa que dirigia devagar, então chegou lá como o prometido. Ou seja, em cinco minutos.
A central de Agentes secretos britânica, mas conhecida como ESC (England's safety Committee.) era escondida no meio do nada, literalmente. Era um prédio gigante, preto envidraçado. Fora o grande espaço que ele tinha, o campus, onde muitos treinavam. Aquilo ali era a base. A central e o lar de muitas pessoas. Chamava a atenção sim, mas era bem escondido. Ninguém em sã consciência iria para o meio daquela floresta. E se fosse, ao ver a fortaleza, e os muros gigantes cercando o prédio, iria dar no pé rapidinho.
Parou em frente ao grande portão de ferro. Revirou os olhos, pegando seu crachá e mostrando em frente da câmera de segurança. Uma delas, quer dizer.
- Agente Parker. –Falou, para a máquina. –
- Voz reconhecida. –A máquina respondeu. –
Depois de alguns segundos, o portão pesado de ferro se abriu. Sorriu e acelerou sua moto novamente. Passou por vários seguranças, que estavam impassíveis, segurando suas armas, esperando uma ameaça para atacar. Estacionou a moto junto com as outras. Guardou o capacete e pegou seu crachá. Dirigiu-se para o prédio. Várias pessoas saíam e entravam no prédio. Algumas no telefone, outras com roupa de combate, indo para o campo de luta. Outros armados...
Enfim, pessoas de todos os tipos, com ocupações de todos os tipos.
Ela parou de novo em frente à porta gigante de vidro, que era à entrada do prédio preto. Ela entendia que aquilo tudo era segurança, mas porra...
- Agente Parker. –Sorriu, sem ânimo. -
- Agente reconhecida.
A porta se abriu. Ela rolou os olhos e entrou no local.
Não era nenhuma novidade que a Central era uma maravilha. Passou pelo saguão, que era gigante e bem decorado. No meio de milhares de pessoas, algumas a cumprimentava. Querendo ou não, era uma agente reconhecida. Respeitada.
Apertou o botão do elevador panorâmico, impaciente. Queria acabar com aquilo e voltar para sua casa. O elevador envidraçado chegou, ela entrou rapidamente. Ela e mais dez.
Iria para o vigésimo sétimo andar, por isso demorou mais do que o esperado. Assim que a porta se abriu, saiu apressada. Odiava elevadores. Não por ser pequeno, ela não era claustrofóbica, nem nada do tipo, mas sim porque tinha muita gente respirando o mesmo ar. Ela gostava de espaço.
Caminhou em passos duros e firmes até sua sala. Assim que abriu a porta viu sua secretária e sua melhor amiga, Chanel dentro dela. Ela estava com uma expressão irritada no rosto e com os braços cruzados. Furiosa era a palavra que a descrevia perfeitamente.
- Finalmente. –Comentou, sarcástica. –
- Uau. Nada de “Teve uma viagem boa?” ou “Morri de saudades?”.
- Ah, fala sério! Não é você que tem que ouvir o Richard reclamar no seu ouvido, né!
- Tanto faz. Estou aqui, enfim, e agora?
- Ele te espera na sala de reunião. Se eu fosse você, correria.
Rolou os olhos, pela décima vez naquela hora. Deu meia volta, mas antes que saísse por completo, Chanel a chamou. Virou e então a amiga já estava a ao seu alcance a abraçando.
- Senti sua falta, pirralha. Depois quero saber todos os detalhes sórdidos da sua viagem.
A menina riu, logo mostrando o dedo do meio.
- Você não presta
Saiu da sala, apressada. Já estava atrasada, então não queria se ferrar mais do que o previsto. Mas conseguiu ouvir ao longe sua amiga gritar “Você também não.”.
Gargalhou e caminhou até a sala de reuniões, ou melhor, correu.

Richard estava na posta da mesa grande de vidro, com o cenho franzido. Estava longe... Mas assim que a Agente Parker entrou, ele voltou à realidade. Olhou zangado para a mulher.
- Você sabia que horários existem para serem respeitados?
- Foi mal.
Nada de desculpas. Tinha pisado na bola, reconhecia aquilo. E já era o suficiente. Agente Stone apenas deu um suspiro longo, ao ver (Sn) sentar em uma das cadeiras vagas. Os outros presentes da sala estavam em silêncio.
- Bem, eu cheguei, pode começar.
- Ainda não. Estamos esperando alguém. –Agente Stone respondeu, ou melhor, Richard. –
- E estavam me apressando por que, então? Eu acabei de chegar de uma missão exaustiva e nem tive um dia de folga. 
- Bem a vida à dura realidade, Agente. –Sorriu. –
- Absurdo. –Resmungou para si mesma. –

Havia mais duas pessoas presentes na sala. Uma garota jovem, com os cabelos longos castanhos ondulados e os olhos verdes escuros. Ela tinha a pele perfeita, sem nenhum defeito. Os lábios eram finos e ela parecia uma boneca de porcelana. (Sn) nunca tinha visto a garota na base, deveria ser uma nova agente.
Do lado esquerdo de Stone estava o agente Butler. Esse ela conhecia.
Ryan, era o seu primeiro nome. Ele era sério e na dele. Não falava se não fosse realmente necessário. Tinha cabelos loiros curtos, olhos encantadoramente azuis, lábios grossos e traços fortes. Era bonito. Muito, muito, muito musculoso. Porém não era seu tipo.
- Quem nós estamos esperando, posso saber? –Perguntou, irritada, mesmo no fundo já sabendo a resposta. -
- A mim, é claro. –Uma voz rouca, irônica, bonita e irritante se espalhou pelo local. –
Oh, não.
O dia não tinha como ficar pior, aquilo era um fato.
- Agente Bieber. –Cumprimentou, entre dentes. –
- Agente Parker, quanto tempo. –Sorriu. – Como foi sua missão sem mim?
- Acredite se quiser, mas maravilhosa.
- Sei que sentiu minha falta. –O homem ainda sorria. – Bem, desculpem o atraso. Estava acabando de digitar uns arquivos.
Ele ainda sorrindo, sentou em frente à (Sn), logo lançando um sorriso malicioso, a mesma. Ela revirou os olhos.
- Já que estão todos aqui, acho que podemos começar.
- Aleluia. –Murmurou Parker. –
Todos olharam feio para ela, menos Justin, que sorria divertido com a situação.
- Antes de tudo, sei que os três se conhecem, por isso, gostaria de lhes apresentar a Agente Chadwick. Ela é nova, foi transferida da Rússia para cá.
A menina sorriu para eles docemente. Prendeu seu cabelo longo em um coque frouxo e se apresentou devidamente.
- Sou Kelsey, conhecida como Agente Chadwick. Sou americana, mas fui criada na Rússia desde bebê. Porém, como o Agente Stone já disse, fui transferida para essa base. E tenho dezenove anos. –Sorriu. – É uma honra conhecê-los. Ainda mais a famosa dupla de Agentes, Bieber e Parker.
Agente Bieber sorriu, orgulhoso. Já sua parceira, rolou os olhos. Como de costume, claro. Ryan Butler sorriu para a garota, que retribuiu feliz. Richard os olhou sem mudar a expressão e continuou seu discurso.
- Eu reuni vocês, pois tenho uma missão e vocês são perfeitos para ela.
- Que tipo de missão? –Perguntou o Agente Butler, interessado. –
- Aposto que todos vocês já ouviram falar nas indústrias de petróleo Kingston.
Todos assentiram.
- Bem - Ele começou. – O nome do dono é Steven Kingston. Ele é um dos maiores empresários e investidores do mundo. Conhecido em todo lugar. É muito popular... E sabemos que quem tem fãs, têm também inimigos.
Ryan assentiu, totalmente concentrado no que seu chefe falava. Justin apenas assentia, querendo partir para o ponto chave da historia. (Sn) também estava interessada, mas queria ir dormir. Já a novata, Kelsey, estava totalmente feliz, anotando tudo.
- Não sabemos ao certo quem ou por que fizeram o que fizeram... Mas o fato é que Ashley, sua filha, está desaparecida.
- E? –Perguntou Justin. –
- Como assim? –Perguntou Agente Stone, ultrajado com a insolência do homem. –
- Olha, não me entenda mal. –Começou. – É um caso grave, mas não grave a ponto de chamarem nós, agentes secretos!
- Odeio admitir, mas concordo com ele. –Diz (Sn), pensativa. – Está história está muito estranha.
- Por isso estamos chamando vocês. Parece que várias garotas da universidade onde ela estudava foram encontradas mortas e desaparecidas. Suspeitamos que esses dois casos estejam interligado.
- Onde entramos? –Perguntou Ryan. –
- É aí que vocês entram, agente Butler. Preciso que vocês descubram quem é o assassino e sequestrador. Vocês irão se tornar universitários, se misturando entre eles e investigando os principais suspeitos. Precisam ter muito sigilo, como eu disse, Steven tem muitos inimigos e se descobrirem quem vocês são pode tornar tudo pior ainda.
Os quatro se entreolharam. Parecia fácil. Na verdade, parecia fácil demais. Agente Butler foi o primeiro a topar. Agente Kelsey, em seguida. Justin e (Sn) trocaram um olhar significativo, como se estivesse conversando por olhares. Durou um minuto até que os dois balançassem a cabeça.
Agente Bieber olhou para Richard, que estava sério. Sorriu sarcástico e afirmou:
- Nós topamos.
Não seria difícil. Todos pensavam assim. Parecia bem fácil, na verdade. Só que mais para frente viram que só parecia mesmo. 

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 AE BRASIL! QUE JOGO FOI ESSE, MINHA GENTE? Chorei de emoção quando o Brasil ganhou. Muito emocionante, sério <3 
Mas então, aqui está o prólogo e o primeiro cap! Espero que gostem, de verdade. 
Até em breve, galerinha. Bjs

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Versão interativa em breve! 


Prólogo - The Mission Of My Life





“Saudações, Agente Parker.
Venho lhe trazer notícias, mas posso logo afirmar que não são boas. Na verdade, está mais para um convite ou uma proposta, se você analisar bem. Precisamos de sua presença e sua valentia na próxima missão. Se há uma pessoa que temos certeza que alcançará o objetivo dessa missão, será você, Agente Parker. Isso é um fato.
Porém, precisamos avisar que essa missão será um pouco mais complicada. Haverá cenas cruéis, cenas que nunca mais sairão de sua mente. Ficara lá, gravado no fundo do seu cérebro, para sempre. Será um pesadelo que virará realidade. Você pode sair com vida, como também sem ela.
Se obtiver sucesso, salvará vida de pessoas inocentes, irá colocar um criminoso atrás das grades, fora o respeito que irá ganhar.
Não há volta, uma vez que aceitar não se poderá voltar atrás. Por isso precisamos de sua resposta definitiva, Agente.
Podemos contar com você?
R.”


quinta-feira, 26 de junho de 2014

The Mission Of My Life






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Sinopse 

            Dois agentes investigadores são designados para uma missão um tanto diferente da qual estão acostumados. Eles sempre brigam e quando se conheceram,  se odiavam, mas agora apenas se suportam. Eles são nomeados há uma missão simples: achar a filha do Sr. Kingston. Um dos maiores empresários do mundo. Eles precisam de todas as informações possíveis e irão interrogar várias testemunhas, mas... Bem, cada um conta uma história diferente, qual será a verdadeira?
            Confiança? Não existe essa palavra nessa missão. No pensamento dos agentes, todos são culpados até que se prove ao contrário. Eles só têm um ao outro e nessa aventura, terão que ficar mais juntos do que nunca. 
            Mas a perguntas que não quer se calar é: Quem é o culpado?
            E cuidado, o inimigo mais perigoso é aquele que ninguém teme. 


Trailer


✔✔✔
          Olá, meu amores! Tudo bom com vocês? Eu estou SUPER feliz, pois estou... DE FÉRIAS!
Sério, eu não aguentava mais a escola, acordar cedo é um saco. Pelo amor... Enfim, como prometido, o trailer, os personagens e a sinopse. Espero que gostem, sério :3 O trailer deu um trabalhão, por isso espero que tenham gostado. Em breve postarei o prólogo e o primeiro cap. 
Meninas lindas, comentem. Por favor, é só isso que eu peço. Eu sei que é chato, sei que da preguiça pra caralho, mas isso incentiva muito, sabe? Então é só isso que eu peço a vocês: comentem. Um simples continua já é o suficiente, caso tenham preguiça de comentarem. Tipico texto clichê, eu sei, mas é verdade. 
          É isso, galerinha! Obrigada há todos que leem minhas histórias, que sempre comentam e que acompanham. Obrigada até mesmo aos leitores fantasmas. E é isso, amo vocês. Obrigada por tudo <3

"Your love doesn't go unrecognized..."



quarta-feira, 18 de junho de 2014

Cap. 18 - Dear Angel


 

“Porque a vida é assim, a gente perde em uma noite o que planejou pra vida toda.”
- Cuidei.

Eu estava perdido. Não, isso não era uma hipótese, nem um exagero, era um fato. Eu estava perdido. Estava em um barco furado, em uma rua sem saída.
Nora me olhava séria e eu queria fugir, mas não era covarde a esse ponto. Ok, talvez eu seja, mas...
Eu queria contar a (Sn) toda verdade. Queria dizer que eu a amava, que tudo tinha uma explicação, que eu era Justin, não Derek. Queria revelar a verdade, mas ao mesmo tempo não. Se eu contasse quem sou, ela nunca mais olharia para minha cara. E isso significaria perde-la para sempre. Desculpem-me, mas eu não estava preparado para isso. Acho que eu nunca estaria.
Eu entendia Nora. Ela nunca gostou de mim, depois do que eu fiz a (Sn), ela devia me odiar totalmente. E com razão, melhores amigos são para isso. Jake olhava para nós nervosamente, sem saber o que fazer. Scott,  a encarava boquiaberto. Seus olhos brilhavam e o canto de sua boca estava puxado um pouco para cima, formulando um sorrindo desajeitado.
- Nora, entenda: Isso não é assunto a seu respeito. Por tanto, não se intrometa. –Falei. –
Ela olhou para mim, ainda com aquele sorriso debochado.
- (Sn) é minha melhor amiga. Se alguém mexe com ela, Bieber, também mexe comigo. É assim que funciona. É uma via de mão dupla, entende?
Era uma droga, porque eu entendia, eu entendia perfeitamente bem. Eu sou assim com meus amigos, mas principalmente com (Sn).
Se ela estava chateada, eu instantaneamente ficava chateado, se ela sorria, eu sorria. Se ela chorava, eu chorava...
Era assim que acontecia. Que acontece.
- É, eu entendo. –Murmurei. –
- Você precisa contar a ela, Justin.
- Eu sei, Nora! –Gritei, já irritado com a situação. – Você acha que eu gosto disso? Bem, aí vem uma novidade... Eu não gosto. Ela não me reconhece. Ela não tem a mínima ideia de quem eu sou! Isso é frustrante. Mas eu quero que ela me reconheça. Acho que isso me deixaria menos triste.
- Bieber, você sabe como a (Sn) é lerda para essas coisas! Você mudou para caramba, eu só te reconheci porque você estava junto com os meninos, então só podia ser você. Só por isso. Você mudou o cabelo, agora é bonito e gostoso, usa roupas do tamanho certo... Puxa, isso é uma grande mudança!
- Me acha gostoso? –Abri um sorriso malicioso. –
- Oh, não da realmente para falar sério com você.
- Você é um saco, Nora. –Falei. – Pode me deixar em paz com esse assunto?
- E deixar você continuar fazendo minha amiga de trouxa? Não, obrigada. Está decidido, se não contar, eu conto. Simples assim.
- Prefere magoá-la? –Perguntei, já arrancando os cabelos. –
- Justin, você escolheu o caminho mais difícil. Você irá magoá-la de qualquer jeito. –Ela riu sem humor. – Afinal, qual é o problema de vocês, homens? Não conseguem parar de dar mancada...
- Acontece, Nora. –A voz fria de Scott ecoou pelo local. – Que somos humanos, todos cometem erros.
- Mas vocês cometem erros demais!
- Assim como você! Pelo menos, nós reconhecemos nossos erros. –Ele gritou de volta. –
- O que quer dizer com isso, seu idiota? –Gritou Nora. – Tudo aquilo foi sua culpa! Sua.
Era impressionante. Um minuto atrás estávamos discutindo meu relacionamento com (Sn) e então do nada, Nora e Scott estão discutindo, ou melhor, mandando indiretas bem diretas sobre o namoro dos dois. O passado do namoro dos dois. Isso fez sentido? Enfim...
Jake parecia meio assuntado com a situação, mas eu não o culpava. Eu também estava. Nora podia ser bem agressiva quando queria. Todos sabiam disso. Scott também. Ele não era a pessoa mais calma do mundo, mas tinha controle. Já Nora, não.
Ela agora parecia totalmente vulnerável. Assim como Scott. Mas é assim mesmo, quando o assunto é amor, parece que todas nossas forças se esvaem. Uma merda, eu sei.
Os dois discutiam ferozmente. Ambos estavam machucados. E eu não os culpava por isso, afinal, o término dos dois não foi muito amigável e os machucou muito.
Fiz um sinal para Jake, que ele entendeu, pois assentiu com a cabeça. Peguei minha carteira em cima da mesa, bem devagar para ninguém notar. E sai o mais rápido possível. Tomara que eles não tenham notado minha saída.
Sim, eu saí de fininho, problema?

Sem ter o que fazer ou por onde andar, fiquei passeando por Londres. Minha cidade natal.
Era engraçado que por onde eu passava, eu me lembrava de algo relacionado a ela. Uma verdadeira bosta. Karma, só podia ser isso.
Porém, por mais que eu tentasse negar, eu sabia que não era karma nem nada do tipo. Era amor.
Quando você ama alguém, de verdade, não importa se você é correspondido ou não. Não importa se a pessoa amada está longe ou perto. A única coisa que importa é ver aquela pessoa feliz.
Ver aquela pessoa bem.
Eu amava (Sn). Admitia isso de corpo e alma. Nesse passar dos anos eu já gostei e me encantei por várias mulheres, mas nenhuma nunca conseguiu me fazer sentir o que ela fazia. Nunca.
Isso me assustava. Desde quando eu tinha me tornado tão dependente dela? Enquanto eu andava, perdido em pensamentos, resolvi algo.
Eu já fiz várias escolhas em minha vida. A maioria, erradas. Só que eu não faria outra escolha errada. Não hoje. Não depois de todo esse tempo. Quando eu faço algo errado, faço de tudo para consertar esse erro. E dessa vez não seria diferente.
É, Nora, parece que você não precisa se preocupar. Pois eu mesmo irei contar.

(Sn) Fray P.O.V
Nora estava desaparecida por horas. Eu estava ficando louca! Onde aquela pirada tinha se metido? Céus, Nora ainda me enlouqueceria. Isso era uma certeza. Fiquei no meu quarto tentando-me distrair, mas isso parecia longe demais da minha realidade.
Nora, eu estava preocupada com Nora.
Minha melhor amiga sempre foi muito estressada e impulsiva e isso a levava a fazer muitas... Besteiras. Às vezes, piores que as minhas. Meu celular vibrou. Peguei rapidamente ele e abri a mensagem. Porém, era de um número desconhecido.
Encontre-me daqui à uma hora no London Eye, estarei te esperando lá.”
Certo, eu podia ser meio louca, admitia isso. Mas eu nunca, jamais me encontraria com um estranho, fala sério! Tudo tem limite! Entretanto, minha curiosidade gritava dentro de mim...
Não, você não vai a lugar algum, (Sn)Fray! Pode ser um assassino, ou um maníaco do parque, vai saber.
Mas... E se for importante? E se for alguém querendo me fazer uma surpresa, tipo o Andrew? Ou bem... Derek.
Esse último acho que estava fora de cogitação, afinal, tínhamos brigado. E tinha sido uma briga feia. Só de pensar no assunto, fiquei triste. Derek tinha se tornado uma pessoa importante em minha vida. Era o único cara que me fazia esquecer Justin.
Ele me fazia sentir... Feliz.
Sem eu perceber, tinha se passado uma hora. Eu ainda estava em casa, sentada em minha cama. Mas meu corpo estava agitado. Eu não sabia o que fazer...
Olhei no relógio mais uma vez e não aguentei, sai correndo, pegando apenas meu celular para ligar para polícia caso fosse realmente um assassino. Sai correndo, em direção ao London Eye, que não era muito longe da minha casa.
Eu realmente tinha algum problema mental. Sei que isso parece errado, mas porque para mim parece tão certo?
+++
Ao chegar lá, vi que o local estava um pouco cheio. Fazendo-me suspirar aliviada. Sentei-me em um banco bem visível, esperando quem quer que fosse, que aparecesse logo. Fiquei roendo as unhas, nervosa. Tinha resolvido que, se ele ou ela demorasse mais de cinco minutos, eu iria embora.
Passou-se cinco minutos e nada. Nervosa, me levantei do banco, mas assim que ia dar um passo meu celular vibrou novamente.
Não vá embora.”
Certo, isso deu medo. Olhei em volta, mas não vi ninguém. Vi apenas casais rindo e se beijando. Tudo bem, vamos resolver isso de uma vez.
Quem é você?” Digitei.
Tem certeza que não sabe?”
Se soubesse, não estaria perguntando.”
Boa resposta.”
Estou falando sério... Se não acredita, vou embora.”
“Tudo bem, parei, eu juro. Vou abrir o jogo.”
Certo. Quem, diabos, é você?”
Sapo ostra urso - uva maca - gato rato anta nada dura elefante - antigo mingau ipa gado oxe.”
Assim que recebi essa última mensagem, senti meu coração paralisar. Minha mente funcionava a um milhão e eu sentia que a qualquer momento eu ia cair no chão.
Justin, era ele. Céus, ele ainda se lembrava dos nossos códigos por bilhetes?
Meu celular vibrou de novo.
Estava com saudades, Anjo.”
Aquilo parecia um sonho. Será que era mesmo? Se fosse, eu não sabia se ficava decepcionada ou aliviada. Provavelmente um pouco dos dois. Eu precisava sentar. Espera, eu já estava sentada! Meu corpo tremia descontroladamente. Justin estava realmente aqui. E ele me observava! 
Olhei para os lados, desesperada, mas eu não o via de maneira alguma. Na verdade, estava tão atordoada que não via nada, apenas borrões.
- Oi. –Uma voz rouca soou ao meu lado. –
Eu dei um pulo tão alto que minha bunda doeu ao voltar da queda. Assim que olhei para meu lado, fiquei mais chocada ainda. Aquele dia não podia ficar mais bizarro.
- Derek?
- Hm, oi...
- Oi. –Falei, ainda em choque por vê-lo ali. -
- Você me parece decepcionada.
- Não, claro que não. É só que... Desculpe-me, é que eu estou esperando outra pessoa.
- E quem seria essa pessoa?
- Justin Bieber, um velho conhecido...
- Oh sim, ele está aqui.
- Você o viu? Espera... Você o conhece?
- Claro que eu o conheço. Tanto quanto você.
- O que... Onde ele está?
- Na sua frente, (Sn).
- Você é que está na minha frente, Derek. –Ri, nervosa. –
Vai ver esse Derek era maluco. Vai ver ele que era um maníaco do parque. Disquei o número da polícia, apenas para precaução.
- (Sn), será que você não vê? Sou eu, Justin.
De todas as coisas estranhas que Derek já me disse, aquela era a mais assustadora.
- Sim. –Comentei, me afastando nervosa. – Derek Justin, seu nome, mas eu estou falando de outro Justin...
- Você realmente não faz a mínima ideia, não é mesmo? Meu Deus... Todo esse tempo que passamos juntos e você nem ao menos suspeita!
- Suspeitar de que? -gritei, já controlada pela confusão e pelo medo. –
- Sou eu, (Sn). Justin. Justin Bieber. Seu melhor amigo desde sempre. Seu primeiro amor...
- Não. –Berrei. – você é louco!
- Eu reconheci você desde o avião, (Sn). Eu a reconheceria de qualquer jeito. Você está igualzinha... Mas você não me reconheceu. Nem mesmo eu dando dicas... Eu mudei pra caramba, é verdade, mas nem tanto!
- Você não é ele...
- Se eu não fosse, (Sn), eu saberia que você tem medo de aranhas? Saberia que você odeia gente que se acha melhor que os outros? Saberia que tem medo do escuro? Que chora em todos os filmes de romance? Que considera todos seus amigos parte da sua família? Que quando criança brincava todo dia com um garotinho pobre com sorriso malandro e roupas largas que por coincidência virou seu melhor amigo?
Não, não podia ser... Aquilo era surreal demais. Senti meus olhos se encherem de lágrimas.
- Pode ser difícil de acreditar, eu compreendo... Mas sou eu mesmo.
E então ele finalmente tirou os óculos escuros que sempre usava, com sol ou sem. E mostrou seus olhos lindos cor de mel, tão brilhantes quanto à lua. E então sorriu. Era um sorriso largo, um sorriso emocionado. E não um sorriso de lado, como ele sempre dava.
Foi olhando para aqueles olhos e seu sorriso que eu soube que ele falava a verdade. Ninguém no mundo tinha olhos como aquele. E o sorriso? Era único, nem que tentassem o teriam.
- Sou eu, Anjo. Seu Drew.  –Ele sorriu emocionado. – Eu voltei. E dessa vez é pra valer.

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Estou ouvindo um coro de anjos cantando aleluia? hahaha
Olá, galerinha, tudo bem com vocês? Eu estou bem, um pouco tonta, mas bem!
Meninas, eu fiquei triste comigo mesma por esse capitulo meio... Sei lá, meio chato. Acho que não foi tão emocionante esse reencontro como o esperado, então estou chateada comigo mesma. Gostaria de saber se vocês gostaram, então, por favor sejam sinceros! Juro que não fico chateada hahaha Sério, podem falar. 
Sobre a nova fic... Eu estou amando escrevê-la! O nome é The Mission Of My Life (Grande, né?) haha Eu queria já começar a posta-la, mas estou esperando a capa ficar pronta. Aí vou postar o trailer, os personagens, a sinopse e o prólogo. Tudo junto! Eu não ia postar esse cap de Dear Angel hoje, por que queria postar isso DEPOIS da estreia de TMOML, mas como ia atrasar, eu não ia deixar vocês sem nada. Não sou má a esse ponto. haha Ainda não estou de férias, estou em semana de prova para falar a verdade, então viram como estou aqui mesmo assim? O que não faço por vocês, hein? É isso, obrigada a todos que leram até aqui e todos que acompanham e que comentam a fic. Obrigada de verdade!
Beijinhos ;) 


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