terça-feira, 20 de maio de 2014

Cap. 17 - Dear Angel


“Hoje em dia as pessoas sabem o preço de tudo, mas não sabem o valor de nada.” – Anônimo.
Dias atuais.

Ela o olhou tão surpresa quanto eu o olhava. Andrew. Andrew Thompson. O topzinho do nono ano. O imbecil que beijou (Sn) a força. O cara que eu quebrei o nariz.

- (Sn)? É você mesmo? –Ele perguntou, totalmente surpreso e arrisco dizer, feliz. –

(Sn) ficou parada, apenas o encarando. Ela estava mais que surpresa... Já eu, estava também, mas não deveria. Afinal, eu tenho muito azar. Então não deveria me surpreender.

- Sim, sou eu mesma. –Sorriu. –

Ela se levantou e o abraçou. Ele estava diferente. Tinha crescido muito. Estava gigante. Seu nariz levemente torto (culpado), olhos azuis como o de sempre, agora o cabelo estava curto, com um topete estilizo. Usava roupas de marca e usava um óculos de sol na cabeça. Olhou-me por um tempo.

-Já nos vimos antes, cara?

“Sim, em seus pesadelos.” Quase respondi aquele babaca, mas me segurei. Apenas sorri pastel para ele e neguei.

- Sou novo por aqui.

- Você me lembra muito alguém...

- Todos dizem isso. –O interrompi, nervosamente. –

- Andrew, esse é Derek. E Derek, esse é Andrew. -Ela nos apresentou. - 

- É um prazer, cara. –Ele esticou a mão para eu apertar. –

Não apertei a porra da mão dele, apenas o olhei impassível. Aquele cara era realmente um merda. Depois de tudo, ele realmente queria que eu apertasse aquela mão estúpida? Ele não me reconheceu, mas ainda assim se mostrou que continuava um babaca só de cumprimentar (Sn).
Como ele tinha coragem de tocá-la, depois de tudo?

- Ér... Tudo bem, então. –Ficou meio sem graça por eu o ter deixado do vácuo. –

Continuei impassível.

- Me desculpe, Derek costuma ser legal com todo mundo... –Começou (Sn). -

- Não todo mundo, aparentemente. –Interrompe Andrew, em tom de brincadeira. –

- Muito engraçado, é piadista? –Perguntei. –

- Hm, não.

- Que bom, se não morreria de fome. –Sorri sarcástico. -

(Sn) me olhou chocada, mas eu estava nem aí. Eu só queria aquele palerma longe de mim. E ela deveria querer o mesmo, afinal das contas, o cara beijou ela a força. Roubou dela o primeiro beijo. Que tipo de pessoa faz isso?
As pessoas não mudam. Isso é um fato. Se você for uma pessoa falsa, será falsa até morrer. É assim que a vida funciona. Eu sabia que Andrew continuava sendo o mesmo babaca de sempre.
Mas (Sn) parecia não perceber.
O jantar foi um completo desastre. Deu tudo errado. Tudo mesmo. O jantar que era para ser a dois, só eu e (Sn). Virou um jantar a três; eu, (Sn) e o imbecil do Andrew. Quer dizer, o que eu fiz de tão errado?
Justo hoje, quando eu ia revelar toda verdade. Toda história. Justo hoje, ele aparece. Realmente, parecia de propósito. Andrew ficou só falando, falando e falando. Eu nem escondi o meu tédio. Já (Sn) parecia totalmente interessada. É, interessada. Ria e jogava o cabelo para trás. Sim, você leu isso mesmo. Eu ficava cada vez mais puto, obvio.

- Por onde esteve todo esse tempo, Andrew?

- Viajando pelo mundo. Terminei a faculdade aqui mesmo e depois fiquei viajando. Conheci quase o mundo inteiro. Foi uma experiência incrível.

- Imagino. Eu só fui para Nova York e olhe lá. Quer dizer, morei lá.

- Eu tenho uma casa lá. –Ele sorriu. – Se você voltar a NY, posso te visitar. Não é o máximo?

- Pô, cara. Sensacional. –Falei, transbordando ironia. –

(Sn) me olhou surpresa. Ignorei. Agora ela lembrava que eu estava na mesa também? Há. Muito engraçado. Não via a hora daquele cara se tocar e ir embora. Andrew me encarou e franziu o cenho, confuso.

- Cara, está noite. Porque você está usando óculos escuros?

- Não é da sua conta. –Respondi rispidamente. –

(Sn) me olhou incrédula. Eu apenas dei de ombros. Ela bateu na mesa, um pouco com força, nos assustando. Olhou-me, espumando de raiva.

- Derek, podemos conversar lá fora a sós um minuto? 

- Tanto faz. –Falei birrento. –

- Com licença, Andrew. –Falou,me puxando. –

Saímos do restaurante. Na verdade, eu meio que fui puxado, mas isso é só um detalhe. Ela me olhou, totalmente vermelha. Eu cruzei os braços na altura do peito e fiquei na defensiva.

- Certo, pode começar. –Ela falou. –

- Desculpe?

- Explique-se, Derek. –Irritou-se. – Você está agindo como... como...

- Como o que?

- Como um babaca. Você está agindo como um namorado ciumento. O que diabos está acontecendo?

- Não gosto daquele cara. –Travei o maxilar. –

- Não importa, Derek. Isso não lhe da o direito de tratá-lo mal. Não sei porque está agindo assim.

Eu queria berrar. Queria gritar. Queria perguntar, como ela conseguia perdoá-lo, depois de tudo. Mas eu não podia fazer nada, por que só Justin sabia aquilo. Derek não. Derek nem a conhecia naquela época.
Então, de repente, eu estava soltando fumaça. Eu tinha cansado de tudo. De toda aquela situação chata. De toda aquela ceninha ridícula. Eu estava cansado de ser Derek Smith.

- Tem certeza que não sabe, (Sn)? –Perguntei, totalmente irado. – Olhe para mim. Olhe realmente para mim. Me veja, (Sn). Veja quem eu realmente sou.

- O que quer dizer? Porque sempre está falando em códigos? Fale o que quer dizer!

- Você não entenderia. –Suspirei, frustrado. – Você nunca entende.

Ela me olhou mais uma vez e agora parecia totalmente irritada. Na verdade, furiosa. Não parecia a (Sn) de algumas horas atrás. Feliz, inocente e doce. Agora ela...
Ela parecia uma patricinha mimada.

- Você não me conhece. –Ela cuspiu as palavras. –

- Tem certeza que não? –Retruquei, a encarando. –

Ela ficou em silêncio. E eu também. Aquela noite para mim já tinha acabado. (Sn) sempre reclama. Sempre falava que eu a deixei e é realmente verdade. Eu tinha a deixada. Mas o que ela não sabia é que eu tinha os meus motivos.  Ela falava como se eu fosse o vilão. Só que eu não era. Eu podia ser muitas coisas, mas isso não.
Peguei minha carteira e tirei algumas notas de lá e coloquei rapidamente em sua mão. Ela ficou tão surpresa que nem contestou.

- Eu até te ofereceria uma carona, mas aposto que você já tem uma. –Inclinei minha cabeça em direção ao restaurante. – Até mais.

E então sai andando em direção ao meu carro. Eu não era Derek. Estava cansado de ser Derek.
Eu sou Justin Bieber. Querendo ou não.
Esse sou eu. Eu só esperava que (Sn) caísse na real e descobrisse isso também.

+++
Eu e Jake estávamos sentados em uma poltrona, no aeroporto esperando Scott chegar. O voo dele já tinha chego, mas como ele veio de econômica, bem, ele era o último a sair. Jake, ao meu lado, estava bebendo algum suco que desconheço o sabor e lendo uma revista. Uma verdadeira menininha. Já eu, estava jogando um joguinho de luta em meu celular. Muito mais macho.
Estávamos no aeroporto há muito tempo e eu já estava ficando exausto. Meu encontro com (Sn) ontem tinha me deixado cansado. E bem, irritado.
Agora eu jogava jogo da velha e o celular estava me vencendo. Maldito. Eu era o X e ele o O. Só que o celular só ganhou de mim porque ele começou. Só por isso.
É, até parece.
Vi uma multidão saindo e entre eles avistei meu melhor amigo. Porque, fala sério, aeroporto é uma chatice. Um monte de pessoas, uma barulheira do inferno...
Um verdadeiro saco.
Ele estava apreensivo, dava para ver. Na verdade, estava pálido. Que estranho. Apertei meus olhos para confirmar se aquilo era real e o pior é que era.
Scott parecia nervoso. Muito nervoso. E eu comecei a ficar preocupado. Jake tinha parado de ler a revista e estava vendo o mesmo que eu. Parecia que algo lhe incomodava. E eu logo descobri o que.
Nora Grey estava ao lado dele, com uma cara não tão boa.
Vou definir a situação em penas uma simples palavra: Vish...

(Seu nome) Fray 

Bem, eu estava brava sim, admito.
Fala sério, o cara estava tratando meu amigo de longa data daquele jeito a troco de nada? Quem ele achava que era, afinal? Tudo bem, eu sei que Andrew não é meu amigo. Ele é mais um conhecido, mas...
Mesmo assim, tinha sido falta de educação. E isso eu não suporto.
Aquele ataque dele tinha sido tão sem noção quanto eu. Espera...
Dane-se. Como eu ia falando, eu estava brava. Derek deu um piti ontem, me fazendo dar um piti também. Então nós dois demos piti e agimos feitos dois bebês.
Fora aquele papo todo estranho. Certo, o que foi aquilo?
Ele dando cortes e tirada em Andrew tudo bem, normal, ele não foi com a cara do menino, mas... E quando ele me olhou com um olhar profundo, bem Edward Cullen e disse: Tem certeza que não?
Aquilo me assustou, juro.
Fora aquele ataque de namorado ciumento. Suuuper desnecessário. Totalmente. Aquela briga me cansou. Me irritou e bem...
Me chateou, também.
Eu não sou barraqueira. Só às vezes, mas eu sou uma mulher tranquila no geral. E quando eu brigo com alguém, ainda mais alguém que eu goste, eu fico totalmente chateada. Na hora da briga não, a adrenalina não deixa, mas depois...
Eu fico toda arrependida e magoada. Oh, céus. Onde eu fui me meter.
O ruim era que eu nem sabia onde Derek morava. Não fazia ideia. Nem tinha o telefone dele. Derek era como um anjo, sempre aparecia nas horas sombrias para me salvar.
Anjo.
Maldita palavrinha que me lembrava a outro ser. Um ser que eu não fazia questão de lembrar. Justin Bieber.
Ele e estava de volta a cidade. O único ponto positivo era que eu ainda não o tinha encontrado. Graças ao bom Deus. Se eu o encontrasse, não sei o que eu faria. Provavelmente desceria a porrada nele... Tá, sem violência. Acho que eu ignoraria, então. Faria ele provar o próprio veneno. Eu o faria se arrepender. O faria sofrer e chorar.
Quando eu encontrar Justin Bieber, eu irei fazer exatamente o que ele fez comigo, eu irei quebrar seu coração.
De uma forma, que nunca, jamais, poderá ser consertado.

+++

Já estava à tarde, eu tinha ligado para Kate, mas ela não tinha me atendido, deixando-me totalmente triste. Eu não falava com ela desde que vim para Londres. Estava com saudades. Será que ela estava me evitando?
Bem possível.
Sem nada para fazer, fiquei deitada encarando meu teto. Super divertido. Uhulll. Só que não. Depois de alguns minutos, a campainha tocou.

- Eu atendo. –Gritei. –

Só no meio do caminho me lembrei de que estava sozinha em casa. Corei de vergonha, mesmo não tendo o porquê e fui ate a porta.
Eu sabia que não era ele. Mas, eu tinha um pontinho de esperança. Mesmo meu cérebro dizendo não, meu coração falava talvez. Abri a porta, já dando um sorrisinho. Mas quando eu vi quem era, não pude acreditar.
Não era Derek.
Não era Justin.
Não era Andrew.
Era Nora.
Minha melhor amiga, Nora Grey, com um sorriso radiante.

- Sentiu minha falta, baby?



Puxa, eu não estava acreditando. Eu esperava todas as pessoas, até Justin. Menos ela. Uau, Nora realmente me pegou desprevenida. Não que eu tenha ficado chateada com a surpresa, estava feliz da vida. Só estava... em choque.

- O que está fazendo aqui? –Perguntei, me soltando do abraço.

- Vim te ver, dã. Consegui umas férias no trabalho e resolvi passar elas aqui. O máximo, não?

- E Camille? E Kate e Daniel?

- Eles estão bem. Apenas muito ocupados. Por isso não te atendem. Daniel não tem mais um tempinho livre e muito menos Kate, a revista está bombado.

Revirei os olhos, lembrando-me do meu antigo emprego.

- Estou feliz que esteja aqui. –Falei. –

- Também estou feliz por estar aqui. –Ela sorriu. –

Nora olhou em volta e deu um assubiu. Pois é, a sala era o cômodo mais acabado da casa. Ela pegou suas malas e foi subindo. Eu a ajudei com duas dela.
No geral, foi isso. Nora deu uma crise de choro porque meu quarto continuava o mesmo. Uma nostalgia, de acordo com ela. Por isso o choro. Enfim, eu ri e desfizemos a mala. A casa de lado era de Nora, porem seus pais venderam há muito tempo atrás, agora eles moravam em um pequeno apartamento na Grécia. Nora me contou tudo que aconteceu lá em NY, enquanto eu estava fora. Atualizou-me de todas as fofocas e só naquele momento eu percebi que antes de sua chegada eu me sentia só. Fiquei grata por ela estar ali comigo.

- Se eu te contar algo, você não vai acreditar.

- Me conta. –Pedi com os olhos brilhando. –

Nora olhou para mim e sorriu. Mas foi um sorriso triste. E logo percebi que eram noticias desagradáveis.

- Adivinha quem estava no meu avião?

- Algum famoso?

- Não. Uma pessoa em especial... Scott.

- O que? –Gritei, pasma. –

- Sim, ele mesmo. –Sorriu sem humor. – Ainda não sei o que diabos ele foi fazer em NY, já que está morando no Canadá, mas... Não entrei em detalhes. Enfim, ainda não acabei a história. Depois disso, tudo ficou pior, porque meu assento era do lado do dele. Muito azar, fala sério. Essas coisas acontecem com você e não comigo.

- Valeu. –murmurei. –

- Enfim, fiquei totalmente puta da vida. Era só coincidência, eu sei, mas... Tantas pessoas no avião e eu tinha que sentar justo ao seu lado? Não pude acreditar. Conversamos pouco, trocamos palavras afiadas e enfim brigamos. Feio, por sinal. Saímos do avião até que eu os vi.

- Quem você viu?

- Jake. –Ela suspirou. – E Justin.

Prendi a respiração.

- Eu quase não o reconheci. Ele está muito diferente. No começo, eu pensei que fosse outra pessoa, mas que cara estaria lá esperando Scott no aeroporto junto com Jake? Tinha que ser o Bieber!

Assenti lentamente.

- Como ele está? –Perguntei, contra minha vontade. –

- Bem, ele está... um gato. Não me entenda mal, eu o odeio, ainda mais depois do que ele fez com você, mas o cara está uma tentação. Uma verdadeira delicia.

- Nora. –Repreendi. –

- Desculpe, mas enfim, chega de falar de Justin e... Scott. –Ela cuspiu o último nome. – Vamos falar de coisas felizes. E aquele garoto, hm? O tal de Jason.

- Jason? Você não quer dizer Derek?

- É, esse mesmo.

- O que Jason tem haver com Derek? Qual é a familiaridade nisso?

- Sei lá, falei o primeiro nome que veio em minha mente! Continuando, ele é gato?

- Totalmente. –Suspirei, deixando escapar um sorriso. – Ele é demais Nora. Mas... Nós meio que nos desentendemos.

- Uh, que péssimo, amiga. Eu quero conhecer ele.

- Bem, não sei.

- Por que não sabe?

- Eu não tenho o telefone dele.

- O que? Está brincando?

- Hm, não. –Sorri envergonhada. –

- Meu Deus.

- Mas eu tenho uma foto dele.

- Foto? Você tem uma foto dele, mas não em o numero do celular? Qual é o seu problema mental?

- Quer ver ou não quer? –Perguntei, perdendo a paciência. –

- Quero, vai.

Peguei meu celular, Bubble. Abri a galeria e procurei a famosa foto. Eu tirei no dia em que o avião pousou em uma ilha. Aquele dia tinha sido um pesadelo, mas pelo menos Derek estava lá para tornar as coisas melhores. Derek estava tocando violão, com um sorriso de canto nos lábios. Tão lindo...
 Mostrei para ela.
Nora franziu o cenho e pegou meu celular bruscamente. Ficou encarando e murmurou algo como “impossível.”

- (Sn), qual é o nome dele, mesmo?

- Derek Smith, por quê?

- Nada não, é só que... Eu o conheço, acredita? É um amigo de longa data. –Ela riu, totalmente fria. –
- Nora...

- Preciso dar uma saidinha. Depois conversamos. –Ela sorriu, mas seu sorriso parecia meio doentio. –
- Você está bem? –Perguntei, totalmente preocupada. –

- Acredite em mim, (Sn), logo, logo eu vou estar...


Justin Bieber

Scott estava olhando para parede, sem expressão. Jake ficava batendo a mão no chão, nervosamente. E eu, bem, eu estava em pânico.
Nora. Nora Grey. Ela tinha me visto, eu tinha certeza. Mesmo eu não conversando com ela, mesmo eu só a vendo de longe... Ela tinha me visto. Aquilo era um fato. O pior de tudo é que ela tinha me reconhecido. Já era todo o disfarce...
Mas, assim que eu me lembrei de que Nora não sabia quem era Derek, fiquei calmo. Ela não sabia que Derek era eu, afinal, ela não o conhecia. Então, não tinha o porquê de ter medo, certo?
Estávamos em silencio por razões diferentes.
Jake porque não sabia o que falar. Eu por estar com medo que Nora estrague meu disfarce e Scott... Oh, pobre Scott.

- Ela está tão diferente da ultima vez que eu a vi.

- Eu te entendo. –Comentei, me lembrando de (Sn). –

- Ela está... tão linda. Cara –ele choramingou. – meu coração acelerou quando eu a vi, o que isso quer dizer?

- Que você ainda a ama.

- Merda. –Ele murmurou. –

- É realmente uma merda, cara. – Concordei. –

Nós parecíamos três loucos, meio alienados olhando para parede e falando sobre um assunto mais louco ainda: amor.
Sério, onde estava minha masculinidade?
Meu pensamento foi interrompido por uma batida na porta. Uma batida nada sútil. Eu olhei para os caras, mas eles pareciam estar longe...
Então fui eu que atendi. Levantei-me depressa, para a pessoa não se zangar mais, finalmente atendi.
Quando eu abri a porta, senti meu coração acelerar. Ela sabia. Sabia de tudo.
Nora olhava para mim com um sorriso maldoso. Um sorriso psicótico, do qual eu tinha muito medo. Ela parecia uma louca, mas eu não a culpava. Ela tinha toda razão por estar com raiva de mim, afinal, eu mexi com algo que era importante para ela. Eu tinha mexido com sua melhor amiga.


- E aí, quem vai contar? –Seu sorriso transbordava veneno. - Você... ou eu?  

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N/a: Queria começar pedindo desculpas. De verdade, gente. Eu amo essa fic, amo vocês, mas eu estou meio que tendo bloqueios para escrevê-la. Enfim, preciso dar uns avisos... 
You're My Dream, está oficialmente entrando em hiatus¹. Não, eu não vou abandonar ela para sempre, um dia, eu volto a escrever. Mas agora, no presente, não... Vou explicar porque, bem, como vocês podem ver na minha pagina, "outras fics" eu tenho várias. Fora outras que estou fazendo, mas não está sendo publicada por enquanto. Eu estava muito animada porque YAMD tem um enredo bem bacana e ia ficar muito legal, mas por enquanto eu parei com ela, porque estava com muito bloqueio também e eu não ficava satisfeita com os capítulos que eu escrevia. Por isso eu a cloquei em hiatus. 
Segundooo recado. Não surtem, pois eu não vou tirar essa fic e deixar vocês com nada. Sim, vocês ainda vão ter DA, mas eu queria colocar outra fic aqui no site. Eu queria uma moderadora, mas está bem dificil de achar :( Perguntem para seus conhecidos se alguém se habilita \o/ Ou alguma de vocês, vou ficar super feliz hahaha Se estiverem interessados: aqui. Enfim, eu tenho em andamento e em mente uma longfic muito legal. Ainda não postei ela em nenhuma lugar, mas estou pensando em postar aqui. Vocês tem duas opções e preciso que me respondam, Pleaseeee
Vocês querem que eu poste uma fic totalmente nova ou All I Want Is You na sua nova versão? Respondam,
E vocês preferem a personagem principal se chame (Seu nome) ou um nome fixo? Ex: Clarissa. 

Respostas dos comentários: Aqui
Divulgado: 
http://sonhoscombieberimagine.blogspot.com.br/2014/04/angels-of-evil.html


É isso, lindinhas

Amo vocês. Obrigada pela atenção e paciência. Espero que tenham gostado do cap porque ele deu trabalho. NÃO ME ABANDONEM.
Bjs <3 

1- é utilizado para indicar pausa em algo que normalmente é contínuo. 

             Desculpem os erros ortográficos, o capitulo não foi revisado



segunda-feira, 5 de maio de 2014

A request for the stars

Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - A request for the stars

        E aí, minha gente! Tudo bem com vocês? Aqui estou eu, depois de muito tempo, admito. Eu sumi? Sim, eu sumi, mas tenho novidades... Uma nova fic para vocês! Na verdade, é uma One shot, ou como eu prefiro chamar, Shortfic. Para mim é mais bonitinho assim mas, anyway, é minha primeira fic que eu faço desse tipo (drama.) E por isso quero que vocês deem sua opinião, pois ela é muito importante para mim <3
       O link está aqui: A Request For The Stars (Não-interativa.)
        Se quiserem ler em versão interativa cliquem Aqui
        Espero que gostem.
         Beijos <3