sábado, 28 de setembro de 2013

Cap. 2 -Dear Angel.



17 anos atrás.
03 de Abril de 1996 



Mas nunca se esqueça de quem nunca te esquece.



                                                                                                      -  Minha vida fora de série


- Quem é ela? -disse enciumada.

- Minha amiga.

- Hm.

- Ela é minha vizinha.

- Hm.

- Eu sei o que significa seu ''hm''

- E o que significa?

- Significa morte.

Ela olhou para o menino e bufou irritada. Justin a tirava do sério quando queria. Mas o pior não era isso, era que era verdade. Hm = haverá morte. Simples assim. Ela olhou para ele e abaixou a cabeça, sabia que não tinha como enganar ele, ele conhecia ela melhor do que ela mesma.

- Você é um idiota.

- E você me ama mesmo assim.

- Idiota.

- Anjo. -Ele sorriu e foi até ela, mas ela o afastou. -

- Saí, vai com lá com aquela garota e me deixa em paz.

- O nome dela é Kate. -Disse dando um risinho. -

- Prefiro dizer ''aquela garota.''

- Não precisa ter ciumes, Anjo.

- Não estou com ciumes. -Bufou. - que saco, me deixa em paz.

- 8 anos e já é mal humorada assim? que isso, hein.

- Vai lá com a sua nova melhor amiga e me deixa.

- Tá bom, tchau Anjo.

E então ele saiu da sala deixando a pequena (sn) furiosa. Quem ele pensava que era? Quem aquela garota pensava que era para roubar seu melhor amigo? E no lugar da raiva que ela estava sentindo, voltou a ser tristeza. Justin tinha trocado ela por uma menina qualquer. Ela tinha perdido seu melhor amigo. Abaixou a cabeça triste, mas então sentiu uma mãozinha no queixo dela levantando sua cabeça. Ela não precisava olhar para ver quem era. Ela não precisava que ele falasse para saber quem era. Reconheceria o toque dele em qualquer lugar. Era o seu Justin.

- Pensei que tinha me deixado.

- Ah, Anjo. Eu nunca deixaria você. Nem pela Megan Fox... Ok, talvez pela Megan Fox, mas...

- Bieber! Pare de ser idiota pelo menos um minuto?

- Desculpa, não posso evitar. -Ele riu. -

- Posso te dar um conselho?

- Pode.

- Quando uma garota diz ''vai lá com sua amiguinha'' quer dizer ''se sair daqui eu mato você'' Então, não faz mais isso, ok?

- Ok, nunca mais faço isso.

- Ótimo! Então... E aquela menina?

- A kate.

- Prefiro dizer ainda aquela menina

- Você é uma boba.

- E você é um idiota.

- Amo você, ok?

Ela riu e olhou para ele.

- Agora me conte uma novidade.

- Você para.

- Bieber...

- Fala.

E então ela abriu um lindo sorriso fazendo o pequeno coração de Justin acelerar. Por que ela tinha que ser tão linda?

- Eu também te amo.

E então, quando viu, estava nos braços de Justin. Enquanto ele a abraçava forte, ela penso que era ali queria permanecer ela pro resto da vida. Nos braços dele.
Pois lá era seu lugar.

16 Anos atrás 
19 de Janeiro de 1997


O problema, obviamente, é que não dá para saber que seu último dia bom é o seu Último Dia Bom. Na hora, ele é só um dia bom como outro qualquer.
                                                                                                 
 —
 
 A culpa é das estrelas


- Esse filme é um saco. -Disse Justin enterrando o rosto na almofada.

- Para de reclamar, tá na minha parte preferida.

- Mas, (sn)...

- Fica quieto, Justin. -disse irritada. -

Justin se calou e prestou atenção no filme, mesmo contra vontade.

"A lua está cheia, o que me fez pensar em você. Pois sei que não importa o que estou fazendo, e onde estou, esta lua será sempre do mesmo tamanho da sua do outro lado do mundo."

Os olhos de (sn) se encheram de lagrimas, fazendo o Justin dar um risinho abafado. 9 anos e já é emotiva assim... mal queria ver quando ela fosse adolescente. Ele parou de prestar atenção no filme e começou a prestar atenção em sua melhor amiga. Ela usava o cabelo preso, estava usando também uma calça Jeans e uma blusa branca de manga cumprida, um casaco rosa delicado e uma sapatilha da mesma cor. Já Justin Usava um boné com a aba virada para trás como de costume, uma calça larga e uma blusa branca, simples. E claro, um tênis. Ele olhava para ela com atenção, seus olhos brilhavam, por causa das lagrimas, um pouco de cabelo caia em seu rosto, mesmo ele estando preso. E ela estava com as mão no coração, como se aquilo fosse diminuir a dor que ela estava sentindo pelos personagens, pela historia...

"Não faço idéia de onde está no mundo, John. Mas sei que perdi o direito de saber há muito tempo. Não importa quantos anos se passem, sei que uma coisa continuará verdadeira como sempre: nos vemos em breve."

Nessa parte (sn) já estava soluçando de chorar. Justin se aproximou devagar. Ela soluçava e tremia enquanto Justin abraçava forte. Mas ao mesmo tempo, com cuidado.

- Não precisa chorar, pequena. É só uma historia.

Ela balançou a cabeça negativamente e ainda olhando para ele, disse:

- Todas as historias são verdadeiras.

Justin deu meio sorriso ao ouvir ela falar aquilo.

- Ah, qual é. Não chora, Anjo. Se não eu vou chorar também.

- Idiota até nessas horas? - murmurou. -

- Sempre -disse sorrindo triunfante. -

Ela olhou para ele e balançou a cabeça dando um riso baixinho. Esfregou os olhos vermelhos e olhou para ele. E deitou sua cabeça no ombro do menino.

- Mas é sério, você não se emocionou com essa historia?

Justin franziu o cenho confuso e (sn) revirou os olhos.

- Deve ser duro você ficar longe da pessoa que você ama. Já pensou nunca mais vê-la na vida? Pior ainda deve ser seguir em frente. Que droga, por que as pessoas certas nunca ficam juntas? -Explicou a garota. -

- Talvez porque se elas não ficaram juntas, não era para ser. -deu de ombros. -

- As vezes acho que você tem o coração de uma pedra. -falou para si mesma, mas Justin escutou. -

- Vai falar que é mentira? Garotas para que se existe vídeo-game?

- Você é muito insensível. -disse incrédula. -

Justin riu com a resposta da menina e os dois ficaram em silencio. Mas não se importavam. Eram tão ligados que mesmo em silencio era como se eles estivessem falando. Justin ainda a abraçava e ela ainda estava com a cabeça em seu ombro.

- Justin?

- Fala, anjo.

- Me promete uma coisa?

- Não, eu não vou casar com você no futuro. - disse rindo. -

- Você é ridículo -ela gargalhou. - Eu to falando sério.

- Ok, pode falar.

- Me promete que nunca vai me deixar? que vamos ficar juntos para sempre?

Justin a olhou sem entender. Que tipo de pergunta era aquela? A resposta era tão obvia... Ele nunca a deixaria.

- É claro que prometo, Anjo. Nunca vou deixar, nem que você queira. -Ele riu. -

Ela sorriu largo e o abraçou de volta mais forte.

- Agora é a sua vez de me prometer uma coisa.

- Hm?

- Você tem que prometer que vai casar comigo no futuro.

- Pensei que não quisesse casar comigo.

- Mudei de ideia.

- Eu prometo, então. -Ela riu. -

E ele então olhou para garotinha e sorriu mais ainda, se isso era possível.

- Então está combinado, futura Sra. Bieber.

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Olá pequenas, mais flash backs p vcs! Daqui a pouco acaba, prometo kkk
Comentem lindas, bj <3

Desculpem os erros ortográficos 

Respostas dos comentários  ---- > aquiii





sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Cap. 1 - Dear Angel



19 anos atrás. 
17 de agosto de 1994

"Não tenha pena dos mortos e sim dos vivos, principalmente daqueles que vivem sem amor."
- (Harry Potter)
                                                                                                                                                                

- Qual é, Bieber. Você é muito mole.

- Por favor, vai devagar. -Disse correndo atrás da menina. -

- Tá cansadinho, Bieber?

- Quando eu te pegar vai se arrepender disso tudo. 

- Não vou não. E você nunca vai me pegar.

Ok, aquilo já passou dos limites, pensou Justin. E então, com o resto da força que tinha, correu com tudo em direção a ela. A menina olhando para ele riu e correu mais rápido só que era tarde de mais. Ele tinha pego ela. 

- Peguei você, anjo.

Anjo, era assim que ele a chamava. Ele sempre a chamava assim. Claro que por todo apelido tem uma historia e a historia desse, era que ele dizia que a chamava assim pois sua vida era escura e sem vida sem ela e quando (sn) apareceu, pareceu tudo se iluminar. Pareceu que a vida dele fazia sentido, que as cores pretas e brancos foram substituídas por cores vivas. Que antes ele estava sem direção, agora ele tinha uma. Quando ele a conheceu... Ele se sentiu vivo. 

E foi assim que ele começou a chamar ela. De anjo. Porque era verdade, ela era o anjo dele. E sempre seria. 

- Me solta, Bieber. Isso não é justo, você só me pegou porque eu me distraí. 

- Saiba perder, anjo. -Ele sorriu para a garotinha. -

- Eu te odeio. -disse emburrada. - 

- Eu também amo de você. -sorriu mais ainda. -

Ela olhou para ele e tentou reprimir o sorriso, mas não conseguiu. Era impossível não sorrir vendo o sorriso do garotinho. Ele era baixo e magrelo, usava um boné com a aba para trás. Usava também uma blusa que cabia dois dele e a mesma coisa com a calça. Mas para a pequena (sn), ele era o garoto mais lindo do mundo.

Já ela tinha cabelos longos e lisos, castanhos claros e olhos verdes bem claros também. Usava um vestidinho rosa bebê e uma sapatilha da mesma cor. Justin era do tipo ''não se mete comigo, mano'' Já ela era delicada e usava roupas finas. (Sn) era a menina mais rica da cidade, já Justin... Oh, ele nem chegava perto. Justin não era rico, longe disso... Sua mãe, Pattie trabalhava como costureira na casa dos Fray's. (Sn) não era mimada, era muito humilde, tanto é que seu melhor amigo era de ''outra classe'' da dela. Mas ela não ligava, nem ele.

Oh, mais tinha alguém que ligava. E esse alguém era Jonathan Fray. Pai de (sn). Ele não gostava da amizade de sua filha com Justin. Ele era o cara mais rico da Inglaterra. Como assim sua filha andar com um... um... um pobre.  Um marginal, era assim que Jonathan via Justin. Pensou varias vezes em demitir Pattie para afastar Justin de (sn), mas sua mulher não deixou. Clarissa, se chamava ela. Uma mulher encantadora, do tipo que pode estar em uma multidão, mas só ela chamara a sua atenção. Linda, inteligente, humilde e simpática. Essa palavras descreviam Clarissa. A filha era a copia da mãe, a unica diferença era que o cabelo de Clarissa era ruivo com cachos. O cabelo de Jonathan ou Jace, como preferirem era loiro e seus olhos castanhos dourados, também não sabia como a filha tinha puxado para um castanhos mais claro.

- Filha, está na hora do almoço.

- Já mamãe? -Disse a pequena fazendo um biquinho que Justin teve que se segurar para não abraçar ela. -

- Já filha. E Justin, se quiser pode se juntar a nós. -Clarissa sorriu. -

- Não quero incomodar, Senhora Fray.

- Oh, querido, você é de casa.

- É, vem Justin. Por favor.

- Ok, anjo, você venceu. -Ele sorriu para (sn), fazendo a mesma sorrir.

-  Ótimo! Então vamos logo, crianças! -Sorriu a mãe de (sn). -

E então, os 3 entraram na mansão. A mansão era enorme, estava entre as 10 maiores mansões do mundo. Justin sempre se perdia naquela casa, fazendo (sn) sempre ter que ir a procura dele. Por isso e por outras razões eles decidiram não brincar mais de esconde-esconde.  Logo finalmente chegaram a sala de estar. Onde estava a mesa toda arrumada.

- Onde está o papai, mamãe? -Disse a garotinha. -

- Ele está trabalhando, querida. Sentem-se, meus amores.

Justin e (sn) sentaram e se serviram. Clary sorriu ao ver os dois. também se serviu então os 3 conversaram e riram, logo se retiraram da mesa. Justin e (sn) voltaram a brincar.

- Vamos brincar de boneca?

- Qual é, anjo. Eu sou homem! Que tal policia e ladrão?

- E eu sou mulher! Essa brincadeira é de homem! E só estamos em 2.

- Tem ideia melhor?

- Sei lá, se você estiver comigo faço qualquer coisa.

Ele gargalhou.

- Leu minha mente, anjo.

E então ele a abraçou. E beijou sua testa.

- Esconde-esconde? -Disse Justin de repente. -

- NÃO! -gritou a menina desesperada. -

- Foi o que eu imaginei -disse ele rindo ainda abraçado com ela.




18 anos atrás.
8 de março de 1995 - Londres, Inglaterra. 

“Ninguém pode fugir de sua própria história.” 
(Rango)


- Não.

- Por favor.

- Não, não e não.

- Vai, Anjo.

- Não, Bieber.

- Por favorrr.

- Por que? -choramingou.

- Porque é legal, você vai gostar.

- Eu estou de vestido!

- E?

- E? você quer que eu ande de skate!

- Eu te seguro, chatinha.

- Mas eu não quero, eu vou cair.

- Não vou deixar você cair.

Ela olhou para ele e deu o sorriso que ele tanto amava. E então ele sabia que aquilo era um ''sim''

- Você venceu. -murmurou. -

- Sempre venço...

- Cale a boca.

Ele riu e a colocou em cima do skate.

- Você não vai me deixar cair, certo? - a garotinha engoliu seco.-

- Nunca.

Ela sorriu. Logo ele começou a andar, depois correr.

- AAAAAA ISSO É MUITO LEGAL.

- Quer que eu corra mais rápido? 

- Sim.

Justin começou a correr mais rápido, fazendo ela correr também.
E então ele a soltou.
Ela não percebeu, mas continuava a andar.

Até que ela parou.

- Isso foi mui... Justin?

Ela olhou para o garoto, que sorria satisfeito.

- Mas você não ....

Ela estava confusa. Ele não esta com ela o tempo todo? pensou

- Eu te soltei, mas você não percebeu.

- Então ...

- É, você estava andando todo esse tempo sozinha.

Ela sorriu e correu até ele

- Você é o melhor professor do  mundo -ela disse risonha e o abraçou. - 

Ele apenas gargalhou e com seu sorriso mais convencido disse:

- Eu sei. 

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Esse Bieber, viu. slálspas meninas lindas do meu coração, essa é uma nova fic e por enquanto são apenas flashbacks de quando eles eram mais novos. Tá chato, mas depois vai ficar legal e meu niver foi dia 26, quero parabéns! lhkglhk comentem e bjs <3 


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Dear Angel - Prólogo + personagens





''quando você mais sorria, mais eu queria odiá-la e no entanto, era esse o motivo pelo qual odiá-la era impossível.''

(Seu nome) Fray 



Justin Bieber 


Clarissa Fray


Jonathan Fray 


Kate Campbell


Brian Maczine






'' Eu ensinei ela a andar de skate. Ela me ensinou a fazer os deveres de matemática. Eu ensinei ela a jogar vídeo-game e ela me ensinou a fazer brigadeiro. Eu abraçava ela quando ela tinha medo dos filmes de terror e ela me obrigava a ver com ela comedia romântica. Eu a protegia ela de todos os garotos. Enquanto ela brigava comigo por isso. Ela era minha melhor amiga. Eu a vi crescer. Eu a amava. Mas então eu a deixei. E esse foi, com certeza, o pior erro da minha vida. ''